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Investigação Virtual

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A internet tem sido um problema para dezenas de famílias pois invade silenciosamente a sua vida sem que você se dê conta. Nos especializamos em tratar deste assunto pois no decorrer de nossas investigações, vimos que a traição começou muitas vezes através daquele bate-papo sem importância pela internet.
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É por este motivo que nos especializamos em investigações conjugais virtuais para poder resolver este tipo de problema e descobrir de forma rápida e sem complicações todo tipo de atividade que a pessoa executa na internet para poder esclarecer as dúvidas de nossos clientes e deixá-los realmente satisfeitos com o resultado do nosso trabalho. Em nossa agência de detetives,nós que cuidamos desta área, temos formação técnica em programação voltada para área de investigação e perícia de computadores.

Através do nosso serviço,mesmo que você esteja a centenas de quilômetros de distância você pode saber com quem seu filho falou no computador através de msn, chats, qual o conteúdo da conversa (os dois lados), quais sites visitou, e-mails que enviou. Além disto você poderá receber estas informações a quilômetros de distância do computador monitorado.

Sua esposa pode estar lhe traindo pela internet. Descubra tudo agora mesmo.Com este serviço você pode economizar um bom dinheiro evitando campanas desnecessárias caso precise somente descobrir quem é a pessoa e qual o grau de envolvimento. Depois disto você pode partir para um flagrante certeiro.
Mesmo você estando à quilômetros de distância, o nosso sistema pode enviar este relatório coletado de modo oculto pelo computador monitorado.

Se você é empresário, tenha relatórios das atividades de seus funcionários como email, chat, mensagens instantâneas, sites visitados e teclas digitadas. Podemos monitorar um ou mais funcionários ou usuários de um computador. Sua empresa pode estar sendo espionada e estar havendo vazamento de informações neste momento. E-mails com informações valiosas podem estar saindo da sua empresa. Podemos realizar um monitoramento virtual por semana, por quinzena ou mensal.

Podemos realizar este serviço à distância remotamente no computador do cliente que queira realizar o serviço. Se você quer monitorar o computador do seu filho ou esposa e eles estão à distância, podemos lhe ajudar também.
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Portanto peça um orçamento sem compromisso para que possamos ajudá-lo.
Abaixo uma reportagem da Folha on line onde um especialista em direito cita que a infidelidade virtual já é discussão em muitos tribunais e motivo para separação de casais com sentenças favoráveis ao cônjuge traído.


Vitor F. Kümpel
www.damasio.com.br

Infidelidade virtual

Cada vez mais comentado, é a infidelidade ou adultério virtual, no qual a pessoa casada ou em união estável passa a ter as mais diferentes experiências sexuais, via internet ou intranet, com pessoa diversa do cônjuge ou companheiro.

Na prática, tudo começa com o mero contato em sala de bate-papo virtual e se transforma, muitas vezes, em um relacionamento sério e duradouro, podendo comprometer o casamento ou a união estável. Em outros casos, torna-se um encontro casual e irresponsável. Interessante notarmos o estudo feito por uma universidade da Flórida o qual concluiu que, nos Estados Unidos, 83% (oitenta e três por cento) das pessoas casadas as quais tiveram um romance virtual não o consideraram infidelidade, porém, a mesma pesquisa revelou que 30% (trinta por cento) dos relacionamentos virtuais transformaram-se em realidade, de forma que 3 em cada 10 pessoas não se conformaram em manter apenas um caso virtual[1].

Os romances virtuais, sob a ótica civil, já eram tratados pela doutrina sob a figura do “quase-adultério”, isto é, qualquer forma de relacionamento que não chega à prática sexual propriamente dita; é possível, porém, que o romance virtual evolua para a prática sexual. Isso porque, a partir do genital drive, um aparelho de informática anatômico que reproduz uma vagina ou um pênis, pode-se gerar uma interação entre dois “internautas”, simulando contrações e movimentos. Conforme esclarece SÉRGIO INÁCIO SIRINO[2], este novo hardware pode ligar pessoas a qualquer distância e com visualização recíproca e sonoridade real, fazendo com que as relações sexuais sejam autênticas e quase carnais, gerando, para o autor, adultério nos moldes do art. 240 do Código Penal brasileiro.

Sem entrarmos no aspecto penal, observando apenas o caso sob a ótica civil, é necessário tecermos algumas considerações.

Felizmente, ao elencar as obrigações do casamento, foi bem abrangente o legislador no disposto no art. 1.566 do Código Civil. No inc. I, foi apresentada como dever de ambos os cônjuges a fidelidade recíproca. O bem jurídico aqui resguardado é o da presunção pater is, ou seja, visa a evitar prole insegura quanto à paternidade. Sendo esse o bem jurídico a ser tutelado, nenhuma hipótese de “namoro virtual”, por mais engenhosa que seja e por mais que confira prazer às partes, pode ferir o referido bem jurídico, não configurando, em nenhum caso, possibilidade de procriação via internet. Dessa forma, a infidelidade virtual, por mais gravosa que seja, não pode ensejar prole estranha no seio da família, não configurando, assim, a quebra do dever do art. 1.566, I, do Código Civil. O namoro virtual, porém, sem dúvida, é a quebra da obrigação do art. 1.566, V, do Código Civil, ou seja, é a falta de respeito e consideração com o outro cônjuge ou companheiro(a). Nessa linha de raciocínio, uma pessoa casada que freqüente chats sensuais ou mesmo de bate-papo com conotação sexual está praticando uma grave violação de um dever do casamento, ainda que seu microcomputador não seja dotado do genital drive ou de qualquer outro software apto a gerar prazer sexual virtual.

A quebra do respeito e consideração provocada pelo cônjuge que se mantém em sala de bate-papo sexual ou em qualquer chat pornográfico gera possibilidade de o cônjuge inocente, por força do art. 1.572, caput, do Código Civil, processar e gerar condenação do outro por grave violação do dever de respeito, inclusive pela prática de uma conduta absolutamente desonrosa citada no art. 1.573, VI, do Código Civil.

É de se notar, portanto, que as novas tecnologias dão margem, mesmo com vários benefícios, a uma série de condutas ilícitas e violadoras de obrigações conjugais que podem gerar graves efeitos jurídicos.

Como conseqüência do namoro virtual, pode o cônjuge culpado perder a guarda do filho, caso o juiz entenda que sua conduta colocará em risco o desenvolvimento da criança (art. 1.584 do Código Civil), gerando ainda para o cônjuge culpado, se o outro necessitar (art. 1.702 do Código Civil), a obrigação de fornecer pensão alimentícia, podendo ter, como última conseqüência, a perda do nome obtido com o casamento, se ele for declarado culpado, e, ainda, se o outro inocente assim o requerer (art. 1.578 do Código Civil).

É necessário observar que uma mera brincadeira pode trazer danos terríveis para a família e para a própria sociedade, de forma que o uso do computador deve ser feito de maneira responsável e adequada às necessidades de cada um, utilizando-o de modo cuidadoso e diligente, a fim de que ele não se torne um “inimigo virtual” no lar.

CONDIÇÕES de uso dos nossos serviços: Você deve ser o proprietário do computador a ser monitorado, OU deve ter permissão do proprietário para realizarmos o serviço. Se você não é o proprietário do computador ou não tem permissão do proprietário para executar o serviço, informamos que não executaremos o serviço.

O detetive virtual pode monitorar empresas, pessoas, filhos na internet, descobrir senhas de msn, senhas do google, senhas de orkut, senhas de hotmail

 

 


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